Terceira idade, velhice, idoso.
Escrevinhações bem-humoradas de um velho consciente de que a melhor idade ficou para trás, mas a feliz idade não. O idoso que assume a sua terceira idade sem medo da velhice.

segunda-feira, 16 de março de 2026

16 de março de 2026 - Derrota do Inter - Estupro em S. Pedro do Sul

  ETERNA BUSCA

   Prossegue o "procuramento"


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Crime Hediondo em S. Pedro do Sul - Padrasto Estuprava Enteada Desde os Dez Anos

   A notícia em si, todos já devem ter visto. Por isso blogueiro visa mais comentar e manifestar sua revolta e repúdio.

   Todos sabem que no sistema prisional há uma regra, sempre obedecida: os estupradores recebem corretivos que nenhum meio oficial aplica. Consta que recebem o mesmo tratamento que  dispensavam às suas vítimas. Não se quer defender os aplicadores da "Justiça com as próprias mãos", mas este é um dos poucos casos em que não existe impunidade  para o criminoso e, contraditoriamente, não é o Estado o aplicador da Lei e o defensor da sociedade. 

    Há um tabu quanto a pena de morte. Claro que houve erros judiciais no passado, onde inocentes acabaram mortos. Agora, em casos onde a culpa fica cristalinamente comprovada, este crime mais do que hediondo, que vitima crianças ou mulheres indefesas, não merece abrandamento na aplicação das penas. Os contrários à pena de morte, alegam que defendem a vida. Defender a vida é uma coisa: defender quem, em muitos casos, matou para satisfazer seus instintos bestiais é defender a vida? E a vida duma criança morta não vale nada?

   Neste caso o criminoso não matou a vítima, até porque, supõe-se, pretendia continuar no seu procedimento brutal, ameaçando a vítima de morte.

   Não conhece o blogueiro um único caso de estuprador que se haja regenerado. Ao contrário, quando surge um novo crime destes, antes mesmo de que se haja prendido o  lixo que envergonha a raça humana, não digo animal para não ofender os bichos, já se sabe: em quase todos os casos, foi cometido por um foragido ou condenado anteriormente pelo mesmo delito, mesmo que já haja cumprido a pena.

   O mais triste neste caso é que, segundo foi noticiado, quando a vítima apresentava sintomas de desajuste pelo trauma, a própria mãe chegou a afirmar que preferia que a menina (entre os dez e treze anos) saísse de casa e não o estuprador. Mulher que prefere um homem a uma filha inocente, para mim envergonha todas as mulheres e mães. 

   O caso somente foi descoberto pelas professoras da escola onde a vulnerável estudava. 

   O triste é que continuaremos vendo estes crimes seguidamente. 

   Os autores, mesmo sabendo que na cadeia receberão o mesmo tratamento que deram às vítimas, continuarão soltos por aí, rindo da sociedade, de suas vítimas e das pessoas de bem. 

   Se alguém souber de uma solução, em que se trate este tipo de gente com  bondade, gentileza, tentativa de reeducação, que se manifeste. E, por gentileza, cite e prove que conhece casos em que este tipo de monstro regenerou-se. 

   "Quanto mais conheço os homens, mais estimo os animais."

    Alexandre Herculano.

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domingo, 21 de setembro de 2025

148 mm em Apenas 36 Horas

  MAIS UMA VEZ AS PREVISÕES DE CHUVA FORAM MENORES DO QUE A PRECIPITAÇÃO QUE OCORREU

   Continua Chovendo

   Acima, a várzea do Tororoipi e a "Restinga" em primeiro plano.

      Estamos ilhados. Muito arriscado passar de carro sobre o vertedouro da barragem, nosso único acesso. Somente de trator ou a pé. Risco de o carro flutuar e ser arrastado. 

  

      Foto feita às 10 h e 15 min
      No Distrito da Palma não houve vendaval.

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Chuvarada Relembra Grande Cheia de 1963

   Aquela enchente foi abordada no livro "Guri de Fazenda", única narrativa escrita sobre a infância da gurizada campeira.

   Segue um trecho da crônica que fala sobre aquela chuvarada.


            "Por essas alturas o São Pedro abriu as torneiras lá de cima e foi dar uma sesteada. Acontece que sesteada lá no Céu demora dias, semanas, por causa do fuso horário especial da eternidade. Deu a lógica: as enchentes de Santa Rosa e São Miguel se encordoaram.

            O rio Tororoipi há muito não dava passagem para a Vila Mata. O Toropi branqueava por toda a várzea, cobrindo a estrada, embora desse passagem para caminhões, ônibus e tratores. Estes, só atacou por apenas três dias.

            Criança gosta de emoção diferente e torcia para que as águas não baixassem enquanto não chegasse o dia de nossa viagem.

            Granjeiros, fazendeiros, peões, enfim, todos de bom-senso torcendo para a enchente terminar logo, que o gado estava morrendo, as lavrações atrasadas e eu, solito contra todos, pedindo que a enchente me esperasse."

   Para encomendar o livro, contate pelo whats (55)99997-6269

e-mail <vilsombarbosa1@gmail.com

   Tem a versão livro-papel e  a digital, esta por apenas R$29,50.

   Todos os que não leram, gostaram muito do livro!!! ...

   Entretenimento garantido ou seu dinheiro no meu bolso!

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   O último comprador, assim que fez a encomenda recebeu uma excelente notícia!

   Seja o próximo! 

   Qual é a notícia?

   Compre para testar!

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   Se a boa notícia não vier, pelo menos o livro irá diverti-lo até que ela chegue.



   

terça-feira, 2 de setembro de 2025

"GURI DE FAZENDA"

 FEIRA DO LIVRO ocorrendo

Na nossa Santa Maria.

Pra alegrar o seu dia,

Sempre é bom começar lendo.

Por isso eu te recomendo

E espero que me compreenda:

Na infância se escolhe a senda

E esse princípio segui.

Foi por isso que escrevi

O livro “Guri de Fazenda”!


   O livro narra a infância dum guri medonho, criado na Palma, Encruzilhada da Mata. Uma das artes do piá: quase incendiou a sede da Fazenda Bom Retiro, na melhor das intenções dum guri que sempre valorizou o trabalho. 

Leitura divertida, lírica, nostálgica e bem humorada.



   À venda na Amazon, na Editora UICLAP. Também pelo messenger do autor

Vilsom Jair Barbosa - Facebook. Versão Física e digital. 

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TEMPO

17 graus, pouco vento, algumas pancadas fracas. De ontem para hoje, 10 mm de garoas. 

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IDOSO E ATIVIDADE

   Aos 73 anos, sempre na luta. É um privilégio do qual não se deve abrir mão. 

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quinta-feira, 29 de agosto de 2024

Livro Lembranças de Guri

 

 


Boa tarde:

Já que estamos em plena Feira do Livro em Santa Maria, estou retomando a promoção do livro
"Lembranças de Guri".

São quarenta e sete crônicas/histórias de um piá, flor de arteiro, que passou sua infância numa fazenda, a "Bom Retiro", em São Vicente do Sul.
Publicarei aqui, em sequência, a página-título de cada uma delas.
Quem quiser saber o final das histórias/artes pode encomendar o livro físico, cujo sistema de venda será o seguinte:
1 - O interessado entra em contato com o escrevinhador aqui no Face, em mensagem privada, manifestando seu interesse em adquirir o livro, mencionando nome completo, endereço com CEP e o livro lhe será enviado pelo Correio. Também pode contatar pelo e-mail <vilsombarbosa1@gmail.com> ou pelo whats, que será enviado via msg privada aqui no Face.
2 - Inicialmente o leitor pagará apenas R$ 9,80, via PIX, para as despesas postais.
3 - Quando iniciar a leitura, no marca-páginas que irá no livro, vai fazendo um tracinho para cada crônica da qual gostou.
4 - Cada tracinho significa que irá pagar um pila por crônica que agradou. Se gostou das quarenta e sete, deposita R$47,00 e envia o comprovante. Se gostou de 27, envia R$27,00 ...
O Autor torce para que o leitor não queira ficar enviando muito PIXs. Se gostou do livro logo de início, manda logo os quarenta e sete pilas.
Importante: isso é confiar no taco como escrevinhador e na honestidade dos cinco leitores ...
5 - O livro foi produção independente, artesanal, como se vê, nos tempos da máquina de escrever (IBM). O que realmente interessa não é a "boniteza" do livro mas o ressuscitar da pureza, alegria e felicidade da criança que todos fomos (e felizes os que continuamos sendo).
6 - Ajude um "idoso" - pra não dizer velho - a não decepcionar totalmente os professores de português que elogiavam as redações do piá. Uns até cometeram o erro de dizer que eu seria escritor ...
7 - Se você não comprar, vou continuar postando, postando, postando, até esgotar o estoque de 200 unidades que ainda restam.
8 - Vai comprar ou quer aturar estas postagens pelos seculórios sem fim?

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domingo, 12 de maio de 2024

Homenagem às Mães

 

                Sobre Visitar Amigos e Parentes

 

            No ano de 2004 uma senhora de setenta e oito anos, com problemas cardíacos, outros achaques menores e mais os que existiam apenas na mente de referida pessoa, resolveu fazer, mais uma vez,  o roteiro de visita aos parentes e amigos. Lamente-se que hoje este costume tão fortalecedor dos verdadeiros laços  humanos venha sendo substituído por whatsapp, facebook, instagram e outras porcarias que, embora úteis, mais atrapalham do que ajudam nas relações humanas.

            Pois mencionada senhora saiu de Curitiba, em ônibus, rumou ao Norte do Rio Grande do Sul, onde revisitou alguns amigos de longa e próxima data, parentes próximos, consaguíneos ou não, parentes distantes etc..

            Passou por São Vicente do Sul, onde possuía sua casa de campo, humilde, sem luxo, construída com muito sacrifício. Mas é construção ampla com cinco quartos, dois banheiros, tudo com o objetivo maior de sempre acolher filhos, netos, outros parentes e amigos, que essa era uma de suas maiores alegrias, tal e qual sua mãe, Ana Cândida. E olha que essa construção foi feita com muita economia, pois era escassa a pensão e aposentadoria mínima do INSS.

            Ali reviu o irmão, alguns sobrinhos e prosseguiu o roteiro rumo a Porto Alegre, mas antes passou por Santa Maria, onde reviu mais uma leva de amigos.

            Lá pelas tantas deu com os costados em Porto Alegre, onde centralizou a visitação de nora, sobrinhos, netos e filho, este escrevinhador.

            De onde esta senhora tirava tanta energia e disposição é coisa que não consigo entender. Eu, que se sou obrigado a fazer uma longa viagem de ônibus fico num esgualepamento que dura uns dois dias.

            Pois de fato, dona Lourdes ou a Lurde como dizia seu Hilário, montou o QG de visitação no apartamento do escrevinhante aqui e dali cumpriu alguns dias de roteiro visitacional. Eram amigos, amigas, irmãos e irmãs de igreja, uma lista graúda.

            Estava o autor desta crônica em mais uma fase de solteiranato. Desta forma coube-me a missão de prover comida para a mãe visitante. Como não sou cozinheiro e não entendo bulhufas do assunto, o almoço sempre fazia fora de casa. Restavam assim, o café da manhã e da noite. Mandei-me ao mercado e comprei o que julgava necessário: leite, pão, manteiga, queijo, etc.

            As frutas, no entanto, busquei numa fruteira próxima, que sempre tinha produtos confiáveis, inclusive  mamão.

            Como se sabe, mamão, se a pessoa não é um grande conhecedor, é tipo uma loteria, pode ser ótimo, bom ou péssimo na hora de comer. Pois dei sorte e aquele era, realmente, muito bom.

            A Lurde comeu com um  gosto que era de se ver!!!

            - Como é bom este mamão! Onde compraste? No mercadinho ali da esquina?

            - Não, mais uma quadra e meia, descendo, defronte ao Hospital Cristo Redentor, há uma fruteira dum colega de trabalho  da Claudete (uma das ex-esposas) que fica aberta vinte e quatro horas por dia e que, realmente, só tem frutas boas. Se um dia, quando vieres aqui e eu tiver saído a trabalho, precisando outro mamão que nem esse, vai lá.

            Dona Maria de Lourdes Fernandes Barbosa, comeu aquele mamão com um enorme e genuíno prazer.

            - Realmente, muito bom. Fazia tempo que não comia mamão tão gostoso. Quando voltar aqui, vou comprar um nesta fruteira.

            Terminado o café-da-manhã, descemos a rua até a Avenida Assis Brasil, onde a Lurde pegaria o ônibus que a levaria até Taquara, onde havia morado por muitos anos e tinha uma leva de amigos a rever.

            Chegando à parada do ônibus, ela, sabedora de que eu precisava trabalhar, falou:

            - Não precisa esperar comigo. Podes ir trabalhar.

            - Não, eu fico, ajudo a subir nos degraus do ônibus esta sacola mais pesada.

            E ficamos conversando, até que o “Citral” apareceu e eu ajudei aquela senhora de setenta e oito anos a embarcar para cumprir seu destino de sempre cultivar amizades.

            Até hoje espero a Lurde voltar para que eu possa ir à fruteira comprar mamão confiável.

            Palma, São Vicente do Sul, 12 de maio de 2024. Num dos quartos da casa construída por Lourdes Barbosa, para receber seus filhos, parentes e amigos.

            Em meio à maior tragédia que o Rio Grande do Sul enfrentou. Pena que não possa contar com o conforto da Lurde para enfrentar esta dor.

           

           

 

 

sábado, 4 de maio de 2024

São Vicernte do Sul - Cheia Rio Toropi

 

sábado, 4 de maio de 2024



Comparativo entre os níveis da enchente: acima, dia 01-05.  
Abaixo, dia 05-05-2024, 10 h 


    

    Ponte da Várzea do Toropi (a que foi reconstruída há uns cinco anos). Muito bem reconstruída ...



Notar que não houve destruição da cabeceira. Houve afundamento dos pilares centrais.
Evidência de que o estaqueamento foi de "primeira" ... Normalmente o que cede primeiro são as cabeceiras.
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